6 de julho de 2018

Senar apresenta modelo de assistência técnica e gerencial em Seminário do programa “Mais Leite Saudável


Ascom Senar

Produtores de vários estados do Nordeste, e também do estado de Goiás, conheceram o trabalho desenvolvido pela Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar na Paraíba. O supervisor João Paulo Pereira apresentou o modelo durante o I Seminário do Programa Mais Leite Saudável da Região Nordeste, que aconteceu entre os dias 4 e 5 em Sousa, no Alto Sertão.

A ATeG do Senar atuar na Paraíba há dois anos e une o atendimento técnico e de gestão das propriedades rurais. Entre as cadeias atendidas estão as da avicultura alternativa, fruticultura, caprinovinocultura, apicultura e também da bovinocultura de leite, distribuídas entre todo Estado.

“O Senar mostra aos produtores rurais a importância da assistência técnica e gerencial no desenvolvimento de suas atividades. Temos uma preocupação especial com a questão gerencial da atividade, mostrando onde há melhor rentabilidade e de que maneira é possível otimizar os recursos disponíveis na própria propriedade”, explicou.

O evento teve como objetivo apresentar o programa Mais Leite Saudável e os benefícios dele para produtores e laticínios, assim como orientar as empresas sobre as melhores alternativas de projetos a serem submetidos ao Mapa, além de proporcionar debates sobre temas como a utilização de palma na produção de leite.

O programa possibilita que os laticínios resgatem até 50% de créditos de Pis/Confins, mas para isso é preciso apresentar ao Mapa um projeto de assistência técnica, melhoramento genético ou educação sanitária para os produtores que são fornecedores da empresa. Devem ser investidos no projeto o mínimo de 5% referente ao valor ao qual o laticínio tem direito.

“O Nordeste ainda tem um número pequeno de empresas que adeririam ao projeto. Nosso objetivo aqui foi mostrar que é possível aderir de maneira simples. Podem participar empresas de qualquer nível de inspeção, desde que esteja com regularidade fiscal referente aos tributos federais”, explicou o coordenador da divisão de pecuária leiteira do Mapa, Bruno Leite.

O Sistema Faepa Senar PB foi um dos realizadores do evento, cuja iniciativa foi do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Coordenação de Boas Práticas e Bem-Estar Animal e do Laticínio Belo Vale (Isis), onde o evento foi sediado. Durante o seminário foi apresentada a experiência e resultados iniciais da Isis com o projeto.

“Fizemos um projeto para 36 meses e atendemos 40 produtores que já forneciam para Isis. No início foi difícil, porque mexemos com a cultura do produtor, mas levamos  tecnologias, educação e mostramos como aquilo ia influenciar na saúde financeira deles. O volume vaca dia cresceu 10%, e renda deles cresceu cerca de 30% em média”, explicou Wescley Santos, coordenador de política leiteira do laticínio.

No segundo dia do evento foi realizado um dia de campo nas propriedades de produtores que são atendidos pelo projeto do Laticínio Isis.

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