9 de julho de 2018

SENAR e Embrapa investigam praga que ataca produção de coco no litoral paraibano


Ascom Senar

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural foi convocado para investigar uma praga que ataca produção de coco no litoral paraibano. Uma doença, ainda sem causa, está apresentando atrofia nos coqueiros do litoral paraibano.

Ela começou a ser percebida em novembro do ano passado nas propriedades da região e o técnico do SENAR identificou a praga em janeiro desse ano com os produtores atendidos pela Assistência Técnica e Gerencial. Para solucionar o problema, a Embrapa foi acionada pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

“A doença chama-se Atrofia Letal da Coroa do Coqueiro. Não sabemos ainda a causa e nos preocupamos porque chega a matar a planta. Nesse momento, queremos conversar com os produtores para entender a experiência deles e depois, discutir alternativas para conviver com a doença”, explicou a pesquisadora da Embrapa, doutora Dulce Warwick.

De acordo com a pesquisadora, é necessário tomar  algumas medidas de prevenção e de controle para que o coqueiral não seja completamente perdido. Alguns dos caminhos para conviver com a doença é fazer a adubação correta, continuar aplicando os defensivos agrícolas e fazer a irrigação e limpeza da área entre linhas. A assistência técnica do SENAR-PB teve resultados importantes utilizando essa técnica.

 

 

 

 

 

“A doença apareceu no final da assistência técnica. Os produtores que nós atendemos que tiveram esse problema no final na assistência, mas conseguimos retardar os sintomas com um manejo sanitário de pragas e doenças. Quando identificamos algumas pragas nos coqueiros, iniciamos um tratamento paliativo que deu um resultado significativo para os produtores”, relembra o técnico do SENAR Gilson Filho.

Algumas amostras de folhas de coqueiro foram recolhidas para teste laboratoriais e hoje (05) haverá uma palestra para explicar aos produtores os sintomas e como conviver com a doença. “O pequeno produto é o que mais sofre quando acontecem essas pragas e o trabalho do SENAR foi imprescindível para deter a doença. A cultura do coco é uma atividade em expansão e essas dificuldades colocam os produtores com um pé atrás para iniciar uma produção, por isso estamos fazendo de tudo para sanar esse mau”, afirma o fiscal agropecuário de Mamanguape José Otávio.

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