5 de fevereiro de 2013

“Viver bem no semiárido” será lançado na Paraíba


Ascom Senar-PB

O programa “Viver Bem no Semiárido” terá projeto piloto na Paraíba e será levado a outros estados do Nordeste. O presidente do Sistema FAEPA/SENAR-PB, Mário Borba, se reuniu, em Brasília, com o vice-presidente da CNA, João Martins, o Secretário Executivo do SENAR, Daniel Carrara e os presidentes das Federações de Agricultura do Nordeste para os últimos ajustes e o lançamento do programa. A data ainda não foi definida, mas a previsão é que seja lançado até abril.
O “Viver Bem no Semiárido” tem como meta principal ajudar o produtor rural do semiárido a produzir e tornar sua propriedade rentável, mesmo durante a estiagem, com base em experiências de sucesso vividas pelo SENAR. “É um trabalho técnico com novas tecnologias, que aproveita as experiências passadas e tem o foco na mudança de atitude e consciência das pessoas do campo”, informa Mário Borba.
O programa, lançado pelo SENAR Nacional para ser aplicado em toda a região nordeste, será executado na Paraíba, em parceria com os sindicatos rurais do estado. A previsão é que o “ Viver Bem no Semiárido” tenha a duração de um ano e meio e envolva, na primeira etapa, 5 a 6 sindicatos selecionados pela FAEPA em parceria com o SENAR-PB, obedecendo aos critérios estipulados pelo programa.
“Os sindicatos terão muita importância neste programa. Sua participação será de grande peso e é preciso que eles estejam preparados e realmente comprem esta briga junto com o produtor rural do nosso estado e acreditem que conviver com a seca e produzir no semiárido é possível, viável e lucrativo”, explica Mário Borba.
O programa envolve a sensibilização e seleção dos sindicatos, produtores e instrutores, além da capacitação da equipe técnica do projeto, diagnóstico das propriedades rurais, visitas técnicas a propriedades modelos na Bahia, capacitação em tecnologias de convivência com a seca e cursos de formação de empreendedores rurais no semiárido.
“O Viver Bem é uma maneira de resgatar o homem do semiárido, mas para isso é preciso que ele aceite as mudanças tecnológicas, culturais e esta nova maneira de ver o mundo. Não podemos permanecer fazendo o que os nossos pais e avós faziam. Nós, produtores, precisamos estar atualizados e ligados às mudanças rápidas que estão acontecendo”, completa o presidente da FAEPA.
Assessoria de Comunicação Social FAEPA/SENAR-PB
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