9 de agosto de 2021

Técnico e jovem líder formado pelo Senar cria startup para dar voz ao agro


Ascom Senar

Rogério Araújo desembarcou no mundo do agro por acaso e quando chegou, decidiu que era para ficar. Formado no mundo da computação e dos jogos digitais, o pernambucano descobriu o setor quando iniciou o curso Técnico em Agronegócio do Senar Paraíba, em 2015. Pouco tem depois, foi a vez de ingressar na edição 2016 do programa de desenvolvimento de lideranças, CNA Jovem. A partir daí, já estava rendido ao setor.

Foram vários projetos e desafios, até chegar ao “Fala Agro”, um aplicativo para dar voz ao setor rural, como definem os integrantes da startup, que tem previsão de lançamento para o final o mês de setembro.

“Ao longo da minha experiência, vi que faltava algo para conectar as pessoas do setor, para oferecer mais informações sobre o segmento. E eu sempre pensava sobre como poderia utilizar a minha formação para superar esse desafio, foi daí que surgiu o Fala Agro, cujo diferencial é ser uma plataforma colaborativa”, explica Rogério, que é CEO da empresa.

A ideia é que as pessoas que utilizarem a ferramenta possam divulgar eventos, notícias e promover negócios do agro elas próprias. “Para que elas possam ter um espaço no qual possam divulgar, ter voz, sem mediação ou intermediário”, complementa.

Conheça mais sobre o aplicativo no site.

O projeto, que já tem um ano de desenvolvimento, está incubado na Garoa Habitat, um ecossistema de inovação para o setor agropecuário do Nordeste. O time que trabalha no desenvolvimento da rede ainda conta com outros três integrantes: Thiago Sena, que foi o primeiro a ingressar no projeto, é o CDO responsável pelo design da plataforma.

Kaê Benning (CTO), chefe de tecnologia, já foi parceiro de Rogério na criação de uma plataforma educativa gamificada chamada Turminha do Agro. Mário Mendonça (CIO) completa o grupo é o responsável por fazer a ponte entre a estratégia e a execução no campo da tecnologia da informação. Para ele, a visão de futuro sobre o Fala Agro passa justamente pelo retorno dos usuários.

“A gente espera muito o feedback para ver os caminhos que a ferramenta terá. Porque tecnologia é isso: facilitar alguma coisa, o que os usuários precisarem”, resumiu.

Do grupo, apenas Kaê já tinha alguma relação mais direta com o setor, por meio do pai que já foi apicultor. No entanto, todos enxergam muito potencial no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o setor agropecuário.

“Percebo que o agro é um mercado que absorve rápido as soluções que chegam. Porque ele precisa de soluções que vem de muitas áreas, como as financeiras, técnicas. No futuro, eu vejo a gente como uma das maiores startups do Brasil no meio do agro. As pessoas buscando e querendo estar no agro, por ter algo exclusivo lá e fazendo interações financeiras dentro do aplicativo”, aposta Thiago.

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